porta

“A porta permanecia sempre aberta e não há indício de que tenha pulado a janela”.

Foi o que disse o delegado Rogério Martin de Castro, responsável pelas investigações da morte de Lavínia Rabeche da Rosa, além de que o principal suspeito já era conhecido da família há dois anos, convivia com ela, mas não levantava suspeita. A família da menina costumava alimentá-lo no café da manhã e almoço e o que é mais surpreendente é que o padrasto da menina provavelmente estava na casa e não ouviu nada.

Isso é o resultado de deixar a porta sempre aberta. Pra que uma janela aberta se existe uma porta? Deixaram a porta aberta não só da casa, mas a da família pra desgraça. Quanta facilidade! Quanta confiança! Mas é como alguns agem na vida. Despreocupados, distraídos, confiantes…

Em que? Ou em quem? Na sociedade? Na segurança pública?

Excesso de confiança…

Ter a atitude errada e confiar na pessoa errada é uma porta aberta para o mal, e isso acontece com muitas pessoas todos os dias. A diferença é que o mal pra maioria é invisível (pelo menos ainda…) ou não se manisfestou explicitamente.

A própria sociedade atual é uma prova dos resultados da porta aberta das famílias. Poucas sabem fechá-la para aquilo que pode destruí-la, e uma sociedade destruída é o resultado de famílias desavisadas, distraídas, confiantes…

Não basta só estarmos em casa. É saudável e seguro estarmos atentos…

(Aproveitando “a deixa” do Blog do Ronaldo)

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Sobre Maria Amélia

Sou esposa e mãe.

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